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Cuide da sua mente...

Oi amigos, espero que estejam bem.


Uma das coisas que acho que já comentei por aqui foi da necessidade de ter bons profissionais da área da saúde acompanhando os pacientes de Esclerose Múltipla. Quase como uma junta médica.


Até mesmo porque como a doença pode afetar diversas áreas do nosso organismo, desde a parte psicológica (depressão e ansiedade), como as questões físicas, infecções, paralisias, perda de força dos membros, disfunções nos nervos ópticos, entre outros.


No meu caso, Deus tem me encaminhado para profissionais muito competentes, como o meu neurologista Dr. Waldir, minha psiquiatra Dra. Juliana, ortopedista Dr. Gunther, a fisioterapeuta Dra. Heuta, a nutricionista Tainá, meus professores da academia Tati e Adilson, e a minha psicóloga Isabela.


Lembro que desde o começo do meu diagnóstico o Dr. Waldir falou que seria essencial cuidar da parte psicológica.


Hoje eu entendo porquê. Não foi fácil lidar com essa nova realidade, óbvio que existem dias mais difíceis que outros.


Eu cheguei a fazer um tempo terapia pelo plano de saúde, mas infelizmente era um tempo muito curto, cada sessão estava sendo de 30min, e quando você está em um momento levemente estável eles já te dão alta, para conseguir atender a demanda de pessoas que estão na lista de espera.


Então, em 2023 eu percebi que era necessário me organizar financeiramente para fazer terapia com uma psicóloga particular.


Perguntei para a Livinha se ela conhecia uma psicóloga que eu pudesse fazer o meu acompanhamento, e ela indicou a Isa.


E minha gente, deu e tem dado muito certo.


Eu já passei por terapia, em diversas fases da minha vida, isto desde a época em que minha mãe faleceu.


Acho muito importante dar valor ao cuidado emocional e psicológico.


E com a Isa tem sido muito especial, porque ela tem conseguido me fazer enxergar a minha força interior, bem como me faz encontrar a minha voz.


Eu não sabia muito bem me comunicar apropriadamente, eu reprimia muito os meus sentimentos até um ponto em que eu estourava e "vomitava" tudo de uma vez.


E hoje eu acredito que talvez o meu próprio diagnóstico de EM tenha relação com essa introspecção que eu tinha desde criança.


Lembro que minha mãe quase me obrigava a falar as coisas que eu sentia, ela já me alertava da importância de falar, mas eu reprimia quase tudo.


Mas agora eu entendo que é importante respeitar e estabelecer os seus limites, saber se comunicar acertivamente, e cada dia mais eu acredito que esteja mais forte nestes aspectos.


Claro que mudança de comportamento não é da noite para o dia. Para construir uma casa é um tijolinho por vez, e assim tem sido comigo.


Entretanto, as sessões de terapia com a Isa têm me auxiliado inclusive a estar aqui hoje conversando com vocês a respeito de tudo que já passei.


E um conselho de amiga que eu dou a todos que não estejam se sentindo bem, psicológica ou até emocionalmente. Busquem ajuda.


Não tenham vergonha ou preconceito, porque isso pode ajudar vocês a superar estas etapas ruins que estão passando.


Se cuidem meus queridos. Até a próxima.






 
 
 

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